terça-feira, fevereiro 08, 2005

Carnaval

Quando procuro o início de tudo, esbarro em monólogos dissimuladamente imaginários... cegueira e ódio de Fast-food são humanos até demais. É um suicídio por segundo... ruas... luzes de mercúrio, um desastre em cada uma das esquinas vazias. O relógio despeja as horas nos meus sentidos como quem percorre por mera obrigação um caminho pisado.

- São dez horas da noite! Bem, poderia ser qualquer hora, não faria diferença, pois quero apenas Caminhar e acender um cigarro. Gesto nitidamente mecânico de quem procura a pessoa mais certa pra não pensar mais... pensar!?? E pensar que Longos caminhos se abrem na noite... Óperas sem títulos  peças sem falas, eus digladiando chances lógicas de prazer! Prazer!??

 - Muito prazer, meu nome é otário! Cavalgando em noites fanfarronas agarrado em minhas bandeiras de trapo. Com uma única coisa na cabeça: a certeza da estrada...

Lee Flôres Pires

Um comentário:

clarissa disse...

Nem posso mais cobrar que visite meu blog, mas qdo fizer umas poesias eu lhe mando para vc ver, pois até que vc é sincero qto a isso...
Ei...só eu comento aqui, né?
Nem sei mas essa discrição tem mesmo a ver com o carnaval? me lembrei daquela praça inferno da barra
ou tô errada?
bjo
cla