segunda-feira, agosto 15, 2005

Não creio: temo!

Abri a porta da noite:
aquele sorriso entre dentes
de me tirar o sono,
de me calar a boca;
aquela saudade...
talvez um poema.
Ou.
Pedaços do dia.

Nas veias do silêncio:
o melhor elogio;
a anti-poesia das palavras;
a surdez sonora dos sentimentos.
Nas veias do silêncio:
- ouço:
- não sou, não sei: tenho!

Lee Flôres Pires

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