sábado, janeiro 19, 2008

Havia portas...



A mesa farta
a boca cheia
o sono que mata...
o corpo, álcool, cerveja.

Monstros na esquina
abismo que nos move de inerte.

Cidades, bombas, metrô.
Violência nos desfiles: moda retrô.

Cabide,
roupa,
vazio...

Jogo,
sinuca,
xadrez...

xeque mate,
vazio...
cegueira,
falta de toque.

Eu a vi de triste tão pequena,
cabelo cortado,
ausência satisfeita.

...

(...)

Noite

(!)

Celeste porta do não pensar.



Lee Flôres Pires



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