terça-feira, setembro 22, 2015

Efêmero

Córrego de letras,
borboletas,
mágoas
e silêncio.

Lee Flôres Pires

quinta-feira, setembro 17, 2015

Aragem

Isto de tua unha não arar minha carne,
fazer de minha derme grilagem,
incendeia a revolta, o forcado,
a greve do meu colibri.

Lee Flôres Pires

Margem

Isto de tua mão ir fundo em minha pele,
acalma minhas águas,
a margem dos nossos lábios.

Lee Flôres Pires

Seis e meia

Greve de lírios
vi no seu olhar
saíram todos

no céu,
nuvens pasmas
foram incendiar.

Carla Andrade